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Linhares da Beira
O Castelo (Monumento Nacional) assenta em gigantescas
pedras. As casas tradicionais, os solares dos antigos senhores
e o fórum romano e a igreja matriz, (que alberga valiosas
tábuas atribuídas a Grão -Vasco e um missal com iluminuras
de 1613) fazem parte desta aldeia histórica.
Celorico da Beira
Centro Histórico dominado pelo castelo, Torre
do Relógio, que integra o conjunto monumental do largo 5 de
Outubro, o actual Solar do Queijo da Serra e a Igreja de Stª
Maria (tecto pintado com figuras de santos e um conjunto azulejar
do séc.XVII).
Gouveia
Museu de Arte Moderna
Abel Manta
Rua Direita, 44
Aberto das 10h às 12h e das 14h às 17h30 Colecção que abrange
nomes da arte moderna portuguesa: pinturas de Júlio Resende,
Menez, Frederico George, João Vieira, Mário Dionísio, Sá Nogueira
edesenhos e gravuras de Júlio Pomar, Vieira da Silva, Arpade
Szenes, Paula Rego, Carlos Botelho, Luís Doudile.
Feiras do Queijo
As feiras do queijo decorrem na Região entre
os meses de Novembro e meados de Abril, começando pouco antes
do nascer do sol, cerca das 7H00, e terminando sempre às 9h00
da manhã.Em Celorico há feiras de queijo quinzenalmente, às
Sextas Feiras. Na Carrapichana são quinzenais e à Segunda
Feira.
Necrópole de S. Gens
Obrigatória é visita à Necropole de S. Gens, a
caminho de Fornotelheiro, Trata - se de um campo sepulcral da era
visigótica, com 46 sepulturas antropomórficas escavadas na rocha.
O conjunto é coroado pelo pitoresco Penedo do Sino, do qual se
disfruta de mágnifica vista sobre os campos circundantes.
Outros pontos de interesse
Existem outras igrejas antigas, a de S. Pedro e a da
Misericórdia, que merecem ser vistas num passeio a pé pelo centro histórico
de Celorico. Vaguear é, a única forma de apreciar o traçado destas ruas
estreitas e sossegadas, onde a cada instante se depara com janelas de
elegantes molduras manuelinas, gárgulas fantásticas, mìsulas salientes e
portais chanfrados.
Depois de percorrer Celorico, é a altura de partir à descoberta das
imediações. Um passeio recomendável aos amantes da arqueologia, mas não só,
é o troço de Calçada Romana a norte do Bairro de Santa Luzia, composto por
blocos de pedra de configuração rectangular, que, numa extensão de cerca de
500 metros, descreve várias curvas até à zona do vale do Mondego.
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